O darwinismo socialball foi uma ideologia propagada no século XIX afirmava que havia uma competição entre os indivíduos na sociedade pela sobrevivência e reprodução que nem na Natureza e na Seleção Natural. Para seus adeptos, um dos fatores que influenciava nessa luta era a raça: a existência de indivíduos “degradados” ou “impuros” racialmente podia fazer a sociedade como um todo decair a tornando mais burra e impedindo o progresso da humanidade.
Nesse raciocínio, o darwinismo social acabou fundamentando diversas práticas racistas, como a neo-colonização da África e genocídios como o Holocausto. Para os seguidores dessa doutrina, geralmente a raça branca era a superior e era aquela que podia levar a sociedade ao progresso.
Eugenia
Sua maior criação, além do xingamento ofensivo á negros, a eugenia, surgiu como uma doutrina formulada por Francis Galton que afirmava a necessidade de selecionar os indivíduos com melhores genes para aprimorar a sociedade como um todo e matar quem "não pretasse". Se existem genes bons, há também aqueles indesejáveis – as práticas eugênicas procuravam eliminar essas "características ruins" na população.
Outro grande problema nessa ideia é que, na época, “genes bons” eram frequentemente associados à raça branca, enquanto os “ruins” tinham relação com populações não-europeias. Passando pelos amarelos, os indígenas (ou chamados “vermelhos”) e os negros, no topo da hierarquia estariam os brancos. Essa hierarquia, contudo, nunca foi verificada cientificamente