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{{I|Portugal}} [[Portugalball]]
{{I|Italy}} [[Reino da Itáliaball]]|gostos = República, Comunismo|odeia = Fascistas, Nazistas|antecessor = Reino da Espanhaball|sucessor = [[Madridball]] [[Espanha Franquistaball]]|espaço = não|bork = República, República|comida = todas as comidas espanholas|estatus = morto|associações = [[Liga das Naçõesball]]|onlypredecessor = Reino da Espanhaball}}
== História ==
Finalizada a ditadura de Primo de Rivera com a demissão voluntária do general Miguel Primo de Rivera, Afonso XIII tentou devolver o debilitado regime monárquico ao caminho constitucional e parlamentar, apesar da debilidade dos partidos dinásticos. O governo da Coroa convocou uma ronda de eleições que deviam injectar legitimidade democrática nas instituições monárquicas.
Em 12 de abril de 1931 celebraram-se as eleições municipais. Quanto a lugares, os monárquicos obtiveram uma clara vantagem, mas o número de votos obtido pelos republicanos foi muito maior; esta contradição era devida ao artigo 29 da constituição presente nesse momento, que promovia o caciquismo. Assim o entenderam o Conde de Romanones e o próprio rei, que constataram a falta de apoio popular. O Monarca renunciou a manter-se no poder, e a 14 de abril de 1931 seguiu para o exílio.
Entretanto, a primeira cidade em que foi içada a bandeira tricolor foi Eibar (dia 13), mas no dia seguinte foi imitada pelas principais cidades espanholas, incluindo Barcelona e Madrid, nas quais as candidaturas republicanas obtiveram maiorias muito folgadas.
Afonso XIII abandonou Espanha sem abdicar formalmente e exilou-se em Paris, fixando posteriormente residência em Roma. Em janeiro de 1941, abdicou em favor do seu terceiro filho, Juan de Borbón. Faleceu a 28 de fevereiro desse ano.
== Constituição de 1931 ==
Ver artigo principal: Constituição espanhola de 1931
A Constituição Espanhola de 1931 foi aprovada a 9 de dezembro de 1931 pelas ''Cortes Constituyentes'' após as eleições desse ano que originaram a proclamação da '''Segunda República Espanhola'''. Esteve em vigor até o final da Guerra Civil Espanhola em 1939. A República espanhola no exílio continuou reconhecendo a sua vigência até 1977, quando o processo político da chamada Transição Espanhola permitiu a redação de uma nova Constituição democrática.
A constituição organizava-se em 9 capítulos (125 artigos ao todo) e duas disposições transitórias.[[Categoria:Espanha]]
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