Entre os séculos 16 e 18, os piratas eram comuns, tanto que eles estabeleceram um refúgio na ilha: uma república independente chamada {{I|Pirate}} [[Libertatiaball]], que proibiu o tráfico de escravo, o que deixou a Imerina brava, [[Ataque à Libertatia|fazendo-a invadir]].
Nesse ataque ele foiteve ajudadoum peloaliado inusitado, o {{I|British Empire}} [[Império Britânicoball]], que queria matar piratas e, por ter sido ajudado pelo Imerina á matar os ratos dos mares, também quis ajudar!o ajudá-lo: dando uma mãozinha para terminar o [[Conflito Hova-Vazimba]] e terminar de anexar a ilha matando o [[Reino de Sakalavaball]].
=== Europeus e Resistência ===
Este objectivo foi amplamente realizado por seu filho, Radama I, que foi o primeiro a admitir regularmente missionários Europeus e diplomatas em Antananarivo.
O Reino de Merina transformou-se num reino poderoso e ganhou uma amizade com o {{I|British Empire}} [[Império Britânicoball]], e, com o governo de Radama I, começou á se ocidentalizar! Permitindo que missionários ingleses entrassem no país e o convertesse ao cristianismo além de ganhar umas máquinas, tendo uma mini revolução industrial.
Radama I, estabeleceu relações comerciais com os britânicos e permitiu que missionários ingleses entrassem no país e espalhassem o cristianismo pela ilha. No reinado de Radama, Madagascar viveu uma espécie de mini revolução industrial.<center>Rainha Ranavalona I.</center>Com a morte do rei, sua esposa, Ranavalona I, assumiu poder e aterrorizou a ilha de Madagascar durante 33 anos perseguindo cristãos, expulsando estrangeiros, executando rivais políticos e revivendo a tradição de sacrificar crianças nascidas em dias de má sorte. As relações com a Europa só foram reabertas depois da morte da rainha 1861, assumindo seu filho Radama II.▼
▲Radama IMas, estabeleceu relações comerciais com os britânicos e permitiu que missionários ingleses entrassem no país e espalhassem o cristianismo pela ilha. No reinado de Radama, Madagascar viveu uma espécie de mini revolução industrial.<center>Rainha Ranavalona I.</center>Com a morte do rei, sua esposa, Ranavalona I, assumiu poder e aterrorizou a ilha de Madagascar durante 33 anos perseguindo cristãos, expulsando estrangeiros, executando rivais políticos e revivendo a tradição de sacrificar crianças nascidas em dias de má sorte. As relações com a Europa só foram reabertas depois da morte da rainha 1861, assumindo seu filho Radama II.
Radama II abriu o reino aos europeus e especialmente a uma companhia comercial francesa, a que deu tratamento privilegiado. Radama II decretou liberdade de culto na ilha e é assassinado dois anos depois. As rainhas Rasoaherina, Ranavalona II e Ranavalona III seguem a política de abertura ao assédio das potências européias.