A Guerra contra Amaleque foi uma campanha militar descrita na Bíblia e na Torá em que Deus mandou os
Hebreus, após fugirem da escravidão no
Antigo Egitoball, fazerem juízo contra os povos de Canaã, que dentre outras barbaridades faziam sacrifícios humanos (inclusive de crianças) às suas divindades de barro e tomarem sua Terra Prometida e formarem o
Reino de Israelcube. Josué, o Rei dos
Hebreus naqueles tempos, teve uma abordagem diferente de outros povos que invadiam e dominavam territórios na Antiguidade, escravizando os derrotados e/ou exigindo o pagamento de tributos. A campanha liderada por Josué era para conquistar a Terra Prometida e para isso em muitos momentos precisou executar pessoas. No entanto, para aqueles que voluntariamente declaravam adoração ao Deus dos hebreus, como fez Raabe (de Jericóball) e sua família, poderiam conviver com o povo hebreu sem serem molestados.
As destruições das cidades de Jericóball e de Aiball são contadas minuciosamente na Bíblia, e relatam a liderança de Josué na conquista daquelas cidades-estado. A cidade de Aiball (a segunda a ser invadida) era uma cidade murada e apresentou uma resistência melhor no primeiro ataque, Josué armou uma emboscada atrás da cidade: Quando Aiball saiu da muralha com seu exército para perseguir os
israelitas, Josué deixou um grupo de cinco mil homens escondidos atrás da muralha, que quando viram Aiball a incendiaram e ouve o Anschluss matando toda sua população, não parando até que todos os habitantes fossem mortos. Segundo a Bíblia, o total de mortos da cidade foi de doze mil pessoas, e seu rei enforcado numa árvore.